Além dela, BYD, Lifan, Chana, Hafei e JAC estudam a construção de unidades no país, enquanto a Great Wall já confirmou três produtos (uma picape, um crossover um SUV). A expectativa é de que o Brasil conte com 200 mil carros novos chineses por ano até 2015 (ou seja, em menos de quatro anos), quando o total de vendas do país estará acima das 4 milhões de unidades.

A JAC, aliás, deve mostrar modelos já no Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro, e promete produtos de alta qualidade (com ABS, airbag e bons equipamentos já de série) com preço competitivo. Algo como o que a Hyundai, que já foi menosprezada e acaba de passar a Honda nas vendas de abril (leia aqui), faz agora.

E você, o que acha do atual mercado de carros novos do Brasil? E da atuação de marcas nacionais frente a chegada de novos competidores? Comente!